Em 25 de novembro, próxima sexta-feira, Ruth Fingerhut estará em São Paulo para participar do Encontro da TILE Brasil no MAM – Museu de Arte Moderna.
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Sempre que vejo alguma coisa muito bizarra de comunicação ou estratégia de marketing de uma empresa, faço a pergunta: será que ninguém viu isso? ou será que viram e não perceberam? ou perceberam o erro mas como a ideia era do chefe, preferiu se calar?
De campanha racista de desodorante para negros a anúncio sexista para mulheres, o que não faltam são exemplos de tentativas de atingir o público com resultados desastrosos.
Mas o que me fez lembrar desses casos foi um programa que vi na TV Record. A empresa recentemente ganhou os direitos de transmitir os jogos Panamericanos de Guadajara no México com exclusividade. Tinha tudo para ser uma jogada de mestre dos negócios televisivos, não fosse uma sucessão de erros.
Não falo aqui da qualidade de transmissão a que todos reclamam, nem da mania de fazer cópia malfeita da Globo, ou de acusar a concorrente de roubar imagens, entre outras coisas. Aliás, na minha opinião, e aqui é só uma opinião pois não conheço esse mercado, se a Globo noticiasse mais, o Pan da Record teria mais audiência. Mas para mim, o grande erro mesmo foi a Record produzir um especial com todos os fracassos dos atletas brasileiros. Eles copiam tanto a Globo e não aprenderam nada.
Em eventos esportivos mundiais o que importa é a vitória. Ninguém quer ficar assistindo por horas a derrota de um atleta que passou a vida se preparando para aquele momento e fracassou. A vida de atleta, com exceção de alguns jogadores de futebol, não é fácil. A carreira é curta e um fracasso a mais é sempre uma chance a menos. Mesmo os atletas mais vitoriosos, nem sempre conseguem ter uma vida confortável. Por isso, tem que ser muito sádico para se divertir com um programa desse.
Aí eu me pergunto: quem teve essa ideia? quem aprovou? quem produziu? Ninguém percebeu que isso não agrada nem o telespectador, nem o atleta, nem os parentes do atleta?
Um pouco mais de sensibilidade e bom senso não faria mal a ninguém.
O terceiro dia da feira foi muito interessante. O que mais impressionou foi a forma como a Tagina, empresa italiana de revestimentos, apresentou os produtos do seu portfólio. Provocaram a sensação de durabilidade em relação a areia com uma simulação ambientada, mostrando que o produto não arranha e é super indicado pela sua resistência para uso externo.
Outro ponto forte foram as louças. Verdadeiras esculturas. As arreondadas se destacaram.
Confirmado. Os grandes formatos vieram pra ficar. Não tem mais volta, os nossos colocadores têm que ser treinados. O 60×60 já é considerado um tamanho pequeno.
Caminhando pelas ruas de Bologna, não aguentei e resolvi mostrar um preview do que acontecerá no nosso inverno em 2012.
Ao contrário do que geralmente acontece todo ano, onde as cores predominantes são o preto e o cinza, este ano está reinando nas vitrines os marrons, bege e caramelos. Mas para quem está gostando do conceito Colors Block, pode ficar tranquilo, ele continua para a próxima estação em sintonia com a gama de beges e marrons.
Max Mara e Prada usam muito bem este conceito em suas lojas.
Começa mais uma temporada de Lançamentos
Entre escadas, caixas e preocupada com cada detalhe, a equipe da Portinari está pronta para mais uma feira internacional: a Cersaie 2011 é uma das exposições mais importantes do mundo cerâmico.
O estande mantém a personalidade da marca, mas criou neste ano um clima muito aconchegante com sua coleção de madeiras que atende vários estilos.

Milla Tatagiba
3 de setembro de 2011











